O terror das exóticas:
A AMEAÇA AO BIOMA PAMPA
DESTRUIÇÃO DA ÁREA AGRICULTÁVEL
ARENIZAÇÃO DOS SOLOS FÉRTEIS
ESCASSEZ DE ÁGUA
AMEAÇA À SAÚDE DA POPULAÇÃO
AUMENTO DE "PRAGAS"
PERDA DA BIODIVERSIDADE
EXTINÇÃO DAS PLANTAS
EXTINÇÃO DE ANIMAIS
A LUTA PELAS TERRAS
A FALÁCIA DO MERCADO DE CARBONO
A FALÁCIA DA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA
A FALÁCIA DA DEMANDA POR MADEIRA BRASILEIRA
A FALÁCIA DA CERTIFICAÇÃO
REFERÊNCIAS
DESTRUIÇÃO DA ÁREA AGRICULTÁVEL

         O Programa Nacional de Papel e Celulose foi aprovado em 4 de dezembro de 1974, época de cassação das liberdades individuais de todo cidadão brasileiro(AI-5). Na época do governo militar, com a desculpa de combater a corrupção, foi utilizada a prisão sem qualquer pretexto e a sensura contras as mídias para encobrir as maiores armações e corrupções e fazer o nossos país refém econômico dos países ditos do primeiro mundo.

         Até tempos bem recentes,toda a região norte do nosso estado já sofreu com a derrubada insdiscriminada da floresta de araucária até quase a extinção, para exploração de madeira e celulose (APREMAVI). Agora chegou a vez de terminar com o Pampa para alimentar os interesses extrangeiros. Parte da área prevista para implantação dos empreendimentos é o pampa, área agricultável, que equivale aos restantes dois terços do estado do Rio Grande do Sul!

         O RS já tem 1,42% de sua área com plantio de árvores exóticas; as empresas Votorantim, Aracruz e Stora Enso pretendem subir este índice para mais que 3%, nos próximos dez anos (FEPAM, 2005). Este índice que parece pequeno, é na verdade altíssimo quando considerada a área agricultável. Segundo Overbeek (2005), no Espírito Santo 3% das terras foram destinadas às monoculturas de árvores exóticas, o que representa entre 20% e 25% das terras produtivas daquele estado. Hoje o estado do Espírito Santo sofre vários problemas decorrentes disto.

         Atualmente, o Rio Grande do Sul possui uma área ocupada por monocultivos de eucalipto, pinus e acácia de aproximadamente 400 mil ha (JC, 2005). Entretanto, estima-se que em pouco mais de uma década, 1 milhão de hectares de terras gaúchas, em sua maior parte formadas por campos, estarão convertidas em 1 milhão de hectares de árvores exóticas.

  
Página inicial
www.defesabiogaucha.org/terror/terror02.htm