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AUMENTO DE "PRAGAS"
Segundo Overbeek (2005), em
cidades no Espírito Santo, os cupins
(Termitas sp.), além de comerem as madeiras dos plantios, passaram
a se alimentar das casas e mobílias da comunidade local. Além
das árvores de eucalipto serem um alimento farto para os cupins, o manejo
da monocultura que mata seus predadores naturais, como tatus e
tamanduás, favorece o aumento deste inseto. Em Bagé , RS,
foi relatada a morte de 17 tatus e 20 mulitas em um raio
de 200 metros após a aplicação de agrotóxicos
nas monoculturas (Gonçalves, 2005).
A associação: eucalipto e caturrita (Myiopsitta monachus), já
é largamente constatada no Pampa gaúcho. As caturritas utilizam
preferencialmente as árvores de Eucalipto como suporte para seus
ninhos. Como as caturritas percorrem distância média de 10 km
para se alimentar (Cemave/IBAMA), as plantações de grãos
no entorno estarão comprometidas.
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