O terror das exóticas:
A AMEAÇA AO BIOMA PAMPA
DESTRUIÇÃO DA ÁREA AGRICULTÁVEL
ARENIZAÇÃO DOS SOLOS FÉRTEIS
ESCASSEZ DE ÁGUA
AMEAÇA À SAÚDE DA POPULAÇÃO
AUMENTO DE "PRAGAS"
PERDA DA BIODIVERSIDADE
EXTINÇÃO DAS PLANTAS
EXTINÇÃO DE ANIMAIS
A LUTA PELAS TERRAS
A FALÁCIA DO MERCADO DE CARBONO
A FALÁCIA DA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA
A FALÁCIA DA DEMANDA POR MADEIRA BRASILEIRA
A FALÁCIA DA CERTIFICAÇÃO
REFERÊNCIAS
AUMENTO DE "PRAGAS"

         Segundo Overbeek (2005), em cidades no Espírito Santo, os cupins (Termitas sp.), além de comerem as madeiras dos plantios, passaram a se alimentar das casas e mobílias da comunidade local. Além das árvores de eucalipto serem um alimento farto para os cupins, o manejo da monocultura que mata seus predadores naturais, como tatus e tamanduás, favorece o aumento deste inseto. Em Bagé , RS, foi relatada a morte de 17 tatus e 20 mulitas em um raio de 200 metros após a aplicação de agrotóxicos nas monoculturas (Gonçalves, 2005).

         A associação: eucalipto e caturrita (Myiopsitta monachus), já é largamente constatada no Pampa gaúcho. As caturritas utilizam preferencialmente as árvores de Eucalipto como suporte para seus ninhos. Como as caturritas percorrem distância média de 10 km para se alimentar (Cemave/IBAMA), as plantações de grãos no entorno estarão comprometidas.

  
Página inicial
www.defesabiogaucha.org/terror/terror06.htm